Notícias
Na Festa do 158 Aniversário: “Amor da Pátria” entrega “Distinção de Mérito Associativo” ao CNH
Na foto: José Menezes, Presidente da Direcção do “Amor da Pátria”; José Decq Mota, Presidente da Direcção do CNH; Frederico Soares e João Bettencourt, elementos directivos da Sociedade aniversariante
O Clube Naval da Horta (CNH) foi distinguido pela Sociedade “Amor da Pátria”, na festa do 158º Aniversário (fundado em 1859), realizada no dia 2 do corrente, mas ocorrido no dia 28 de Novembro.
No âmbito do programa da Festa de Aniversário, o “Amor da Pátria” homenageou instituições que também fizeram anos em 2017 e pessoas que colaboraram com a Sociedade.
Assim sendo, receberam a “Distinção de Mérito Associativo”, o Clube Naval da Horta, que completou 70 anos de vida no dia 26 de Setembro último; o Grupo Folclórico do Salão, a beirar meio século de existência; e a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), com 25 anos de actividade.
A propósito desta Distinção – entregue no decorrer do Jantar de Gala e antecedendo o Baile programado – o Presidente da Direcção do CNH, José Decq Mota, afirma que “este reconhecimento aceita-se pelo facto de a Sociedade “Amor da Pátria” já ter 158 anos (é a mais antiga colectividade desta natureza na ilha do Faial), o que lhe permite ajuizar sobre o trabalho das outras instituições”.
Recorde-se que o Clube Naval da Horta foi distinguido no dia 5 de Junho último – Dia da Região Açores 2017 – com a Insígnia Autonómica de Mérito Cívico.

O CNH recebeu a “Distinção de Mérito Associativo”
Em termos de Sócios, a Sociedade “Amor da Pátria” entendeu distinguir Maria Albertina Machado Ávila – a título póstumo – Estela Brum e Mário Frayão.
Este Dirigente traz à memória “o grande trabalho que Maria Albertina Ávila levou a cabo durante muitos anos no sentido de organizar Grupos de Carnaval”. “Ela fazia tudo, desde conceber a ideia até à organização dos grupos carnavalescos e fez isso ao longo de mais de 20 anos (décadas de 60 e 70 do século passado). Primeiro, começou com o grupo dos filhos, em que ela própria entrava com o marido e os cunhados, e depois foi-se alargando”, salienta.
O Presidente da Direcção do CNH também enaltece o papel desempenhado pela professora Estela Brum, que, “desde que regressou de Angola, tomou a seu cargo as decorações do salão do “Amor da Pátria” para todas as actividades”.
Quanto a Mário Frayão, José Decq Mota sublinha “o envolvimento cultural que sempre teve na sociedade faialense, fazendo teatro, sendo animador cultural, declamador de poesia, colaborador na imprensa, etc”.
De realçar que Mário Frayão pertenceu à Direcção da Sociedade “Amor da Pátria” no ano em que esta comemorou o seu 1º Centenário, com a particularidade de na altura ser o elemento mais jovem e o responsável pela organização cultural.
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.